August 2011
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February 2011
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January 2011
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Vomitando Palavras.
Álcool consome todos que buscam por uma fuga e não encontram em nenhuma igreja. Milhares de santos, orixás e divindades e nenhum me diz alguma verdade, por isso continuo bebendo e assim continuo vivendo, esperando o gerúndio.
Vírgulas. Coisa mais chata. Vivo sem elas.
Uma pausa, um drink – UMA PAUSA? – para que?
Quero morrer de uma vez. Sem enterro. No lugar, uma festa com todo mundo pelado sem...
December 2010
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Feliz 2011. →
Quero ser Deus.
Ou alguém que as pessoas vão estudar para sempre nas faculdades porque o meu medo de morrer é gigantesco. Morrer ou ser esquecido são fatos muito tristes.
A pobreza de Londres era linda comparada a obrigação de ser alguma coisa. Sobreviver e acreditar no infinito é muito mais fácil, mas as pessoas teimam em dar de dedo na sua cara e tirar a sua esperança de que pode ser imortal ou no mínimo...
Roda mundo, roda gigante
Roda moinho, roda pião
O tempo rodou num instante...
– Seu Chico
ARGH!
Vou vomitar meu coração em seus pés, mas por favor não pise nele.
Se um dia, em seu quadro sobre empirismo, eu vomitar meus últimos sentimentos tome como explicito todos eles. Tome eles! ARGH! Preciso gritar das minhas vísceras minha ultima bile de amor sincero … meu ultimo suco de verdade. Esqueça o doce das minhas palavras, já tão passadas, sobre todas as minhas mágoas … E MOR RA!...
Esquece. Eu não vou morrer.
E ele que de tão pessimista, só via arco-íris em preto e branco.